terça-feira, 21 de setembro de 2010

Qualquer dia...


"A maioria dos dias do ano são irrelevantes. Eles começam e terminam sem nenhuma lembrança duradoura entre eles. A maioria dos dias não têm impacto no percurso da vida. Se Tom aprendeu alguma coisa foi que não se atribui um grande significado cósmico a um simples evento na Terra. Coincidência, é tudo o que uma coisa é, nada mais do que coincidência. Tom finalmente aprendeu que não existe milagres. Não existe esta coisa de destino. Nada é para sempre."

[ (500) Days of summer. ]

7 comentários:

  1. Oi lindinha, é aquele filme "500 dias para ficar com ela"? Acho que sim. Muito simpático, não é mesmo? beijinhos

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  2. Oi, Dri! Em português o título é "500 dias com ela". Assisti há alguns meses... Um filme bonitinho, simples, mas com bastante sentido... Achei legal também a desordem cronológica dos acontecimentos, é meio assim que a gente lembra das coisas, não??? rsrsrs

    Bjnhos, lindona!

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  3. Adoro seus posts. Como gosto bastante do seu cantinho, coloquei um selo do Prêmio Sunshine Awards para você e seu blog lá no meu Prosa de Janela. Ganhei ele de outra blogueira e agora estou presenteando os blogues que gosto também.
    http://prosadejanela.blogspot.com

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  4. e assim são poucos os dias que nos vale algo e amor e ternura

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  5. É moça, realmente um ótimo filme!

    rs

    :)

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  6. Ei Isabele!
    Assim na boleia da reflexão do filme o que nos suscita, e o que me fez pensar...
    Na escrita me veio o contraponto, sobre o valor do efêmero, das pequenas grandes coisas, de nossa resignação a cursar o cotidiano, o despertar de cada amanhecer, a beleza capturada do ocaso, as nuances bailam a nossa íris, a tentativa de capturar cada enésimo (re)nascido, o perceber do óbvio enquanto instigante... É a nossa diversidade, o nosso humor, os eventos sincronísticos das coincidências a nos fazer perceber como seres relacionais, poéticos, paradoxais, próximos, distantes, lembranças que identificam as passagens... A releitura que temos dos instantes, em cada tempo, nos mostra realmente que nada é para sempre, tudo pode ser ressignificado. E de repente o que escrevemos nos mostra a dialética, na labuta do cotidiano, ou diálogos/monólogos colocados com o giz na mão destilando o talvez e definindo o outro e o erro que nos faz humanos.

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